Deola em ação contra o Boavista (Marcio Menezes / America Rio)

17/05/2019
Livre das dores, Deola valoriza experiência do grupo e números da defesa

Quando o goleiro Deola chegou ao America, no fim de 2018, o camisa 1 rubro vinha de um momento difícil: havia passado por uma cirurgia no joelho direito, fruto de uma lesão ocorrrida quando atuava pelo Fluminense de Feira, da Bahia. O chamado do Mecão veio em momento inesperado, mas ele não fugiu do desafio. Se preparou para a competição e teve desempenho aprovado no Estadual, tanto que seguirá no clube para os desafios da Série B1 e da Copa Rio.

Felizmente, o quadro atual é bem diferente para o atleta. Deola poderá trabalhar com a mesma disposição, mas com mais qualidade.

- Muito mais prazeroso treinar sem dor. Eu tinha muitas e os treinos eram maçantes. Hoje o joelho não dói mais e posso treinar mais forte. Isso traz uma responsabilidade maior. Antes eu ainda estava me recuperando, agora é hora de manter o nível muito maior. Etipo de cobrança é boa e mantém o foco - ressaltou, antes de falar dos benefícios da mini pré-temporada, iniciada segunda e que vai até este sábado.

- É sempre interessante por dois fatores. Ou quando você começa os trabalhos, para nivelar o grupo, ou quando está próximo da estreia, como agora, pra juntar a galera e dar homogeneidade. É de suma importância. Embora a maioria do grupo já se conheça, é sempre bom você estar próximo dos companheiros.

Experiência
O grupo americano formado para este ciclo tem como característica a presença de jogadores com alta experiência. O goleiro, um destes nomes altamente tarimbados, fala sobre o perfil atual do elenco.

- Experiência demais é ruim, mas de menos, também. Às vezes, em excesso, pode prejudicar o time no aspecto físico. Quando há a mistura na dose certa, há o equilíbrio, usa-se a experiência para controlar as partidas. Sentimos falta disso em alguns momentos no campeonato passado. No perfil que nós temos hoje acho que nos ajudará, e muito.

Apesar do mau resultado na Seletiva e do Grupo X, o America teve baixa média de gols sofridos. A manutenção desse índice é um desafio para todo o sistema defensivo, que vem rendendo bem nos jogos-treino da pré-temporada, na qual raramente foi vazado.

- É bom ver o reconhecimento do trabalho e do nosso setor, que sempre é cobrado, principalmente nas derrotas. Na Seletiva e no Grupo X, sofremos apenas nove gols em 11 jogos (média de 0,82). Esses indicadores mostram o quanto o nosso setor é forte e o quanto buscamos dar tranquilidade aos homens de frente. Treinamos cada dia mais para repetir e melhorar esses números.

- Departamento de Comunicação - AFC




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